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Por que devo fazer o NACE durante minha gravidez?

NACE

Você já deve ter ouvido falar sobre a Síndrome de Down, não é mesmo? Ela é uma das condições ligadas aos cromossomos mais comuns no Brasil. Dizemos que ela é uma síndrome cromossômica porque é causada por uma alteração específica nessa parte do DNA do portador.

Ou seja, essa não é uma doença genética e não é passada dos pais para o filho. Por isso, para diagnosticá-la é preciso fazer um exame específico como o NACE, um Teste Pré-Natal não Invasivo capaz de descobrir a presença da Síndrome de Down com 99% de precisão.

Porém, existem outras síndromes que podem afetar um bebê. E, apesar de menos comuns, é importante fazer um exame específico para encontrá-las, já que a triagem tradicional de pré-natal identifica menos de 80% dos casos.

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Outras síndromes cromossômicas que são detectadas pelo NACE:

Síndrome de Edwards

Acontece por causa da trissomia do cromossomo 18. Ou seja, ao invés de dois desses cromossomos em cada célula, a criança fica com 3, por um problema durante a divisão celular logo no início da gravidez.

Síndrome de Patau

Assim como a Síndrome de Edwards e de Down, essa condição é causada por uma trissomia, mas, nesse caso, do cromossomo 13. Essa doença é bem incomum e atinge 1 entre 16.000 nascidos vivos.

Problemas nos cromossomos sexuais (X e Y)

Todos os seres humanos possuem dois cromossomos sexuais; as mulheres têm XX e os homens XY. Quando alguma alteração ocorre durante seu desenvolvimento, o feto pode apresentar apenas 1 ou 3 exemplares desse material genético, provocando problemas de desenvolvimento.

Todas essas Síndromes que citamos acima são incuráveis, mas a criança pode se desenvolver com uma melhor qualidade de vida desde que receba o tratamento e os estímulos corretos desde o seu nascimento. Por isso, descobrir a condição ainda na gestação é tão importante.

 

Por que essas síndromes acontecem

Como falamos, as síndromes cromossômicas não são passadas dos pais para o filho, mas algumas situações podem favorecer que elas aconteçam:

– Mulheres com mais de 35 anos;

Gravidez anterior com alteração cromossômica;

– Aborto de repetição.

É importante lembrar que as mulheres já nascem com todos os óvulos prontos. Conforme eles envelhecem, podem apresentar problemas genéticos. Por exemplo, a chance de uma gestante de 30 anos ter um filho com Síndrome de Down é de uma para mil, aos 35 é de uma para 250 e, aos 40 anos, é de uma para 100.

Síndromes ligadas aos cromossomos 16 e 9 estão muito relacionadas aos abortos de repetição. Por isso, mulheres que sofrem com esse problema podem se beneficiar da versão ampliada do teste não invasivo, o NACE Plus.

 

Teste que toda mulher pode fazer

É importante lembrar que qualquer mulher grávida pode fazer o teste NACE, que já apresenta ótimos resultados desde a 10ª semana de gestação, independentemente da idade e peso.

Com apenas uma coleta de sangue do seu braço, você recebe os resultados em até 10 dias após o envio da amostra.

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